Mostrando postagens com marcador White Lies. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador White Lies. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

The British Time

Este blog está meio perdido e parado. É o resultado de um início de ano turbulento, com mudanças fortes em termos pessoais e profissionais, que me deixaram cansado demais para priorizar este espaço. Por isso entro com um post que está pelo menos uma semana atrasado. E, como o próprio nome diz, sobre britânicos. Mais especificamente Franz Ferdinand, White Lies e Radiohead. Já sacou tudo, né? Mesmo assim, lá vai!

Franz Ferdinand - O atraso para escrever aqui me fez constatar uma quase-certeza: atualmente, as bandas passaram pela maldição do segundo disco.... mas entraram na do TERCEIRO. Foi assim quando o Interpol lançou o fraquinho "Our Love to Admire". Também rolou com o The Killers, ano passado, que soltou um "Day & Age" que surpreendeu - de forma negativa, claro - 99% dos fãs. Agora, no último sábado, vazou "Tonight: Franz Ferdinand" que foi um dos álbuns mais aguardados do último ano. E, também, decepcionou. Claro, é um disco bem acima da média, que tem hits bacanas, como Ulysses (que já está rolando a um tempinho) e "What She Came For" (que também estava na roda, em versão ao vivo e tals), mas está muito aquém da qualidade que o grupo escocês mostrou anteriormente. Mesmo assim, é um trabalho que vale a pena ser conferido. Talvez falte, para mim, algumas audições, ainda, para que eu comece a curtir o som novo como os antigões. Mas, então, "Tonight: Franz Ferdinand" anda por aqui e tals. Se tu ainda estiveres interessado, é só correr pro abraço!

White Lies - Já falei deles no ano passado. E até coloquei algumas coisas, tanto para down quanto para escutar, e tals. O grupo inglês é uma das grandes promessas do ano, com um som pós-punk-mais-do-mesmo, que é sempre massa de ouvir e ouvir de novo. Por 10 dias não entraram na minha lista de melhores do ano. Mas, desde sábado, já rola o disco de debut deles, "Lose My Life", que é muuuito massa. Quem estiver afim de curtir, deve ir por aqui, para chegar lá, se pa!
Radiohead e o festival Just a Fest - O tão falado festival que vai trazer Radiohead e Kraftwerk, também trará boas surpresas pra galerinha alternativa nacional. Os hermanos barbudos voltarão do recesso para as duas apresentações (20 de março, no Rio e 22 de março, em Sampa). A notícia já está correndo por aí há uns bons dias. E é melhor correr. O Bruno Medina disse, no blog dele, que as apresentações são as únicas agendadas, por enquanto e que elas não significam a volta da banda. Dizem - eu não sei - que ainda tem ingresso no site da ingresso.com. Então corre e guarda uma grana. Ah, claro, também vão rolar apresentações do Vanguart, no Festival. Ok, eu menti, o post não tinha quase nada a ver com o Radiohead. Mas era só para não mudar o título. Hahahahaha.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

A reencarnação do "Messias"?

Quando escutei White Lies e me veio à cabeça quantos grupos chuparam o som do Joy Division e "imitam" o Ian Curtis, tive uma idéia maluca: se eu fosse religioso - mais especificamente, espírita - e acreditasse nesse lance de reencarnação, ficaria encucado pensando como ele poderia "ser" tantas pessoas ao mesmo tempo. Claro, a relação é estapafurdia. Não é porque um grupo (ou mil grupos) fazem música quase-que-como o Joy Division e também não é porque os vocalistas cantam quase-que-como o Ian Curtis que eles receberam a alma do falecido, não é?Mas isso é só lorota. Assim como é lorota eu imaginar que a Mallu Magalhães é a reencarnação do Renato Russo. Mas quero colocar um pouco de humor, aqui. Então, lá vão as suposições.
Recentemente, a revista Época São Paulo publicou uma entrevista com a tão falada menina-prodígio (não compartilho desta definição porque nunca escutei nada dela. Mas não foi por mal, viu?). É divertido reparar como ela faz a própria viagem na entrevista. Um lance meio nonsense-cool, que o Renato Russo adorava. Até se brinca por aí que ela usa drogas. hahahaha. Ela também tem aquela coisa de querer abraçar o mundo (e carregá-lo nas costas).
Pelo que deu para entender, ela não coloca esse lado Messias nas letras das músicas - ainda. Mas é cedo. No começo da carreira, o Trovador Solitário ainda não fazia isso (muito). Mas depois... Ela também parece - assim como o líder da Legião - em ter PRAZER em dizer que é muito machucada (ui). E que sempre sentiu como se tivesse o DEVER de carregar o mundo nas cosas.
Mas essa minha história é só papo-furado. Dá uma olhada na entrevista e se diverte. Tu vais ver que tudo o que ela sempre quis era "subir no ônibus e fugir com o circo". E também queria ser jornalista. Para fugir com o circo e entrevistar as pessoas na viagem. Enfim, acho que ela precisa ir naquele lugar que as pessoas não podem dizer o nome, mas que é a primeira letra do alfabeto repetida duas vezes (palavras do "Messias"). Ou coisa mais pesada. hahahahha.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

24 horas e 36 minutos

Este é o tempo que faltava para o início da venda dos ingressos para os concertos do Cabeça-de-Rádio no Brasil, no momento em que comecei a escrever este post. A apresentação vai rolar no festival Just a Fest, no Rio (20 de março) e em São Paulo (22 de março), que vai contar com mais meia dúzia de bandas nacionais que ainda não foram confirmadas. Então, fica ligado. É a partir da meia-noite do dia 05 pelo www.ingresso.com. Afinal, quem avisa amigo é. Depois não vem reclamar que ficou sem entrada, beleza?
E mais: para quem realmente for fã dos carinhas,vou deixar uma dica. Procurem a coleção Towering Above The Rest. Tem tudo o que um aficcionado sempre desejou: lados-b, versões ao vivo, demos, remixes, covers e uma pá de coisas legais (e alguns lances bizarros, claro). Não rola de colocar link, aqui, pelo menos não agora. Porque são APENAS 24 discos. Mas, assim que rolar um tempinho, eu upo e disponibilizo. Na real, para quem usa torrent, achei uma "coisinha", aqui.

Passion Pit - Fiquem ligados, em 2009, vocês vão ouvir falar muito desses carinhas de Cambridge (Massachusets, EUA). Esse ano, lancaram o EP Chunk of Change, um presente de dia dos namorados atrasado para a namorada de um dos membros. E que presentão. Misturam rock, pop, sintetizadores, elementos do hip hop e vocais em falsete. Sonzinho gostoso para escutar a qualquer momento. A dica eu peguei lá no In New Music We Trust. Dá para conferir uns sons no myspace do grupo. Para garantir o conteúdo multimídia (hahaha), dá uma olhadinha em como o Passion Pit é ao vivo. O vídeo é de "I've got Your Number", minha preferida. Eu achei divertido, embora esperasse um pouco mais. Mas tira tuas próprias conclusões!

Também, continua ligado no...

White Lies - Já falei sobre esses ingleses no post anterior. Mas faltou colocar uns EPs, conforme prometido. O esquema rola aqui e aqui.

Claro, que o som das duas bandas é BEEEEM diferente. Mas as duas são muito massa. Cada uma na sua e todas AGREGANDO.

O post da Mallu ta pronto. Mas vou postar só amanhã! Abração!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

O Pós-Punk nunca termina - Updated

O título deste post é uma referência ao filme "24 hour party people", cuja tradução para o português é "A festa nunca termina" conta, entre outras coisas, a história do Joy Division, puta banda que marcou história criando um novo gênero dentro do rock ( o pós-punk, tãdã!!!). Os grupos que foram enquadrados (palavrinha feia, que limita. Mas, enfim...) no estilo tinham as características do faça você mesmo, diretamente relacionadas à explosão punk dos anos 60 e 70. Mas se recusava a tomar a postura minimalista e raivosa e a adotar as regras estabelecidas pelo movimento. Em troca disso falavam sobre morte e desesperança, numa típica ode ao morbido e ao obscuro.
Recentemente uma AVALANCHE de grupos influenciados pelo Joy Division ganharam certa notoriedade no cenário alternativo mundial. Interpol, The Arcade Fire, Franz Ferdinand, Editors são os exemplos mais conhecidos. Todos eles, em maior ou menor grau, levavam o ouvinte - mesmo aqueles não muito atentos - a indentificá-los com a trupe do Curtis. Eu não tenho nada contra, muito pelo contrário. Oitenta por cento das bandas que relacionei estão entre minhas favoritas. E, eis que surge mais uma:
White Lies - o trio londrino promete surpreender no próximo ano - e, neste espaço, vou dar minha contribuição. Tem boas referências do pós-punk e mistura elementos de eletrônica em algumas músicas, deixando o resultado bem legal. Claro, não tem nada de novo. Mas eu gosto de ver que tem pessoas com bom gosto para fazer um revival honesto e decente. Até agora lançou um EP (Unfinished Business) e dois Singles (Death e To Lose My Life). Achou o nome dos disquinhos familiar? Hahahaha pois é, eu também. À noite, quando chegar em casa, disponibilizo algumas coisinhas por aqui. Também deve sair um texto bizarro sobre a Mallu Magalhães. Agüenta aí!
Escuta um pouco de White Lies, e tals.
Death








Unfinished Business








To Lose My Life








You Still Love Him









Jaja, se der na telha, eu coloco alguma coisa para ser 'puxada'.