terça-feira, 25 de maio de 2010

Cat Power (Porto Alegre, 20-05-2010)

Um dos shows mais absurdamente lindos que já vi. Com o tempo, vou adicionando mais vídeos. E viva o Youtube!

The Greatest + Lived in Bars

Metal Heart

quinta-feira, 13 de maio de 2010

O começo

Pode-se dizer que tudo começou na faculdade, afinal, eram colegas. Talvez no show em que se encontraram e conversaram pela primeira vez. Sim, seria mais razoável. Ele realmente tinha aquela data como o marco. Mas não do jeito como imaginam. Não foi quando ele a beijou que tudo começou, nem quando eles saíram dali e, entorpecidos pelo álcool, vagaram por bares estranhos e terminaram a noite sozinhos. Foi justamente nesse momento que as coisas começaram a se transformar.

Ali, sem ninguém por perto, ele descobrir que estava diante de algo muito mais interessante que um rostinho bonito. A capacidade de impor-se, a força que transmitia, a força de personalidade, o erotismo; tudo isso o encantou. Deu-se conta que, para o bem ou para o mal, não havia, até então, conhecido alguém como ela.

Aquela situação fez com que sentisse algo muito estranho. Algo que já havia sentido, mas nunca de forma tão imediata e intensa. Era assustador. Mas, ao mesmo tempo, naquele momento, era o sentimento mais bonito que já o acometera. De outra forma, não se pode dizer que a noite tenha sido perfeita. Alguns probleminhas de percurso ocorreram e, acho que para ela, a situação foi meio decepcionante. Tudo levava a crer que aquela seria uma noite como qualquer outra, onde um cara conhece uma mulher interessante, os dois aproveitam (ou não) o momento e, seguem seu rumo.


Claro. Era isso o que aconteceria, não fosse o fato de, no momento em que ela dormiu, ele estava abraçado nela. Para não acordá-la, assim passou a noite inteira. E nas horas que passaram até o despertar dela, ele a admirou e, sentindo o corpo dela junto ao seu, se enamorou.

Ela acordou, e ele a beijou e a abraçou como se aquela fosse a única coisa que ele poderia fazer. E, quando ela sorriu, ele deixou escapar aquilo que já tinha certeza: “acho que estou me apaixonando por ti”. E, pela primeira vez na vida, ele percebeu que poderia estar amando alguém!

A história deles, depois disso, todo mundo sabe.

domingo, 9 de maio de 2010

Más guapa que cualquiera


Joaquin Sabina, Fito Paez e Andres Calamaro. E era isso!

terça-feira, 27 de abril de 2010

Eu preciso dizer que te amo

Música pra hoje. Era só o que eu queria dizer. Mas vale a pena? Dizem que pouco é melhor que nada. Sinceramente, não sei. Mas vou levando. Acho que é sim. Ter teu rosto perto do meu, ouvir tua voz, sentir teus braços me apertando forte, ver teu sorriso, me encantar com a tua beleza me bastam, por agora.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Apesar dos pesares

Como não poderia deixar de ser, desde sábado, pensamentos nostálgicos rondam minha cabeça. Na verdade, eles sempre estão por perto. Mas em momentos marcantes, decidem dar as caras com força total. Então, mais uma música, só pra lembrar que, apesar dos pesares, as coisas ainda estão neste pé.

domingo, 4 de abril de 2010

Quando éramos jovens.... e inocentes

A conheci no bar ao lado da Universidade. Estava começando o segundo semestre de Jornalismo e era cheio de energia. Pensando bem, talvez não tivesse TANTA energia assim. Mas uma coisa é certa. Tinha mais cabelos. Muito mais.

Ela era quatro anos mais velha. Desiludida com a Publicidade e Propaganda. Mesmo assim, estava decidida a se formar. O motivo? O mesmo da grande maioria dos jovens prestes a terminar a faculdade, que acordam, numa bela manhã de sol, com a certeza de que tudo o que fizeram até então não tinha o menor sentido: para não causar (mais uma) decepção aos pais.

Ela era meu extremo oposto, neste sentido. Aos 18 anos, era um sonhador. Tinha um ideal. Acreditava que podia mudar as coisas. Que estava aqui para fazer A diferença. Mais que isso, tinha um sentimento de pena pela grande maioria dos adultos – o que incluía os meus pais. Acreditava que eles padeciam de alguma fraqueza que os fazia desistir de seus sonhos. Como uma doença degenerativa, que costuma se manifestar nos que têm maus hábitos. Uma espécie de diabetes moral.

Mas isso não era tudo. Na época, TINHA CERTEZA que era imune a esta diabetes. Afinal, eu tinha sonhos, aspirações e a CONVICÇÃO de que o mundo estava ali, bem na minha frente, esperando para ser mudado. Melhor. O mundo estava ali, bem na minha frente, SUPLICANDO para ser mudado. E eu estava ali, bem na frente do MUNDO, com a missão e com a FORÇA necessária para mudá-lo. Não havia como dar errado. Eu sabia o CAMINHO. Eu tinha a ARMA. Era o JORNALISMO.

Lembre-se. Naquele tempo eu não trabalhava, havia recém começado a graduação e tinha a inocência que só os jovens de 18 anos conseguem e têm o direito de sentir. Não me passava pela cabeça que alguém realmente ciente de todos os problemas pelos quais passávamos pudesse, simplesmente, dormir oito horas por noite, tomar café, passar o dia inteiro sentado em uma cadeira cheia de papéis e afazeres cotidianos, ir ao supermercado, voltar para casa, foder sem sentir prazer, dormir oito horas na noite seguinte... Como se nada mais existisse em volta.

Aquilo não fazia sentido. Ninguém se preocupava com as pessoas que passavam fome? Com as guerras, com o desmatamento e a extinção dos animais? Ninguém ligava para a poluição do planeta nem percebia que as sacolas plásticas são uma praga do capeta? Quanta INSANIDADE.

Mas havia solução. Claro. E eu sabia qual era. Eu tinha o poder de mudar tudo aquilo. Nem que fosse sozinho. Porque, em breve, eu seria um jornalista. Afinal, não foi Voltaire quem asseverou que a pena é mais poderosa que a espada, ou algo assim? E ele não podia estar errado.

Mas naquela noite, naquela quarta-feira gelada de agosto, aquela moça me fez refletir, pela primeira vez, se eu realmente estava certo. Mentira. Após dois litros de vinho circa, as únicas coisas que refletiam eram seus olhos embriagados. Mas uma coisa há de ser dita. Alguma coisa foi plantada dentro de mim, naquele momento. Como se a diabetes moral pudesse ser transmitida pelo contato direto com uma pessoa portadora bastando, para tanto, estar próximo – e possuir alguns maus hábitos.

E foram justamente aqueles olhos, cheios de torpor, que foram os responsáveis pela minha infecção. Grandes olhos castanhos, atentos e despertos. Mas de uma tristeza absurda. A tristeza que só aqueles que perdem a guerra da maturidade conseguem expressar. Ela tinha, dentro dela, a dor de quem perdeu a inocência. Dos que percebem que não podem mudar o mundo. Seus olhos me mostravam que não, a Publicidade não era o instrumento pelo qual ela mudaria o mundo. E o pior, queriam me confidenciar que NADA, absolutamente NADA teria serventia neste sentido.

Mas, como disse, naquele momento pouco – ou nada – me interessava o significado daquela percepção. O vinho e as risadas disfarçavam a dor da ocasião. E era só o começo de uma noite agradável a dois.

Os anos passaram, num belo dia de sol, acordei e pensei “o que exatamente eu estou fazendo aqui?”. Fui tomado por algum tipo de amnésia seletiva. Lembrava de tudo. O que havia feito no dia anterior; os cinco anos dormindo oito horas por noite (às vezes um pouco menos, claro), tomando café, trabalhando numa mesa cheia de papéis e afazeres cotidianos, indo ao supermercado, fazendo sexo sem prazer, dormindo oito horas... Recordava, inclusive, daquela moça, que não via há mais de dois anos.

Só que havia uma coisa que eu não tinha a menor ideia. Como diabos eu iria transformar o mundo? A resposta para a pergunta, até então absurdamente óbvia, se tornou totalmente desconhecida. Ou inútil.

Minha existência deixou de fazer sentido, naquele momento. Toda a minha crença havia, do dia para a noite, se transformado em NADA.

Foram tempos difíceis. Me sentia perdido, sem norte. Não tinha perspectivas, não tinha mais, a mínima suspeita sobre qual era minha missão. Entrei em depressão.

Eu, contudo, não sabia de mais uma coisa. Em uma outra bela manhã de sol, acordaria e perceberia que, embora eu não conseguisse carregar o mundo nas costas, havia uma saída. Eu poderia fazer pequenas coisas, que não transformariam o planeta, mas que contribuiriam para, pelo menos, diminuir algumas mazelas.

Hoje parece batido falar essas coisas. Mas foram anos para eu ter essa visão sobre as coisas. E, principalmente, foi algo muito trabalhoso. Lá onde eu venho, isto se chama AMADURECER.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

O Flautista de Hamelin

Minha história "infantil" preferida. Em homenagem ao Dia Mundial do Livro Infanto-Juvenil. Mas meu conto não é do Hans Christian Andersen. Homenageá-lo com o título de maior escritor de "historinhas de crianças" é uma grande falácia - embora sua contribuição tenha sido, no mínimo NOTÁVEL, no que se refere a literatura para crianças. Prefiro, de longe, os Irmãos Wilhelm e Jacob Grimm, que escreveram a fábula mais fascinante da história, o

Flautista de Hamelin
Há muito, muitíssimo tempo, na próspera cidade de Hamelin, aconteceu algo muito estranho: uma manhã, quando seus gordos e satisfeitos habitantes saíram de suas casas, encontraram as ruas invadidas por milhares de ratos que iam devorando, insaciáveis, os grãos dos celeiros e a comida de suas bem providas despensas.

Ninguém conseguia imaginar a causa de tal invasão e, o que era pior, ninguém sabia o que fazer para acabar com tão inquietante praga.
Por mais que tentassem exterminá-los, ou ao menos afugentá-los, parecia ao contrário que mais e mais ratos apareciam na cidade. Tal era a quantidade de ratos que, dia após dia, começaram a esvaziar as ruas e as casas, e até mesmo os gatos fugiram assustados.

Ante a gravidade da situação, os homens importantes da cidade, vendo perigar suas riquezas pela voracidade dos ratos, convocaram o conselho e disseram: Daremos cem moedas de ouro a quem nos livrar dos ratos.
Pouco depois se apresentou a eles um flautista taciturno, alto e desengonçado, a quem ninguém havia visto antes, e lhes disse: "A recompensa será minha. Esta noite não haverá um só rato em Hamelin".
Dito isso, começou a andar pelas ruas e, enquanto passeava, tocava com sua flauta uma melodia maravilhosa, que encantava aos ratos, que iam saindo de seus esconderijos e seguiam hipnotizados os passos do flautista que tocava incessantemente.
E assim ia caminhando e tocando, levou-os a um lugar muito distante, tanto que nem sequer se poderia ver as muralhas da cidade.

Por aquele lugar passava um caudaloso rio onde, ao tentar cruzar para seguir o flautista, todos os ratos morreram afogados.

Os hamelineses, ao se verem livres das vorazes tropas de ratos, respiraram aliviados. E, tranqüilos e satisfeitos, voltaram aos seus prósperos negócios e tão contente estavam que organizaram uma grande festa para celebrar o final feliz, comendo excelentes manjares e dançando até altas horas da noite.

Na manhã seguinte, o flautista se apresentou ante o Conselho e reclamou aos importantes da cidade as cem moedas de ouro prometidas como recompensa. Porém esses, liberados de seu problema e cegos por sua avareza, reclamaram: “Saia de nossa cidade! Ou acaso acreditas que te pagaremos tanto ouro por tão pouca coisa como tocar a flauta?".

E, dito isso, os honrados homens do Conselho de Hamelin deram-lhe as costas dando grandes gargalhadas.

Furioso pela avareza e ingratidão dos hamelineses, o flautista, da mesma forma que fizera no dia anterior, tocou uma doce melodia uma e outra vez, insistentemente.

Porem esta vez não eram os ratos que o seguiam, e sim as crianças da cidade que, arrebatadas por aquele som maravilhoso, iam atrás dos passos do estranho músico. De mãos dadas e sorridentes, formavam uma grande fileira, surda aos pedidos e gritos de seus pais que, em vão, entre soluços de desespero, tentavam impedir que seguissem o flautista.

Nada conseguiram e o flautista os levou longe, muito longe, tão longe que ninguém poderia supor onde, e as crianças, como os ratos, nunca mais voltaram.

E na cidade só ficaram a seus opulentos habitantes e seus bem repletos celeiros e bem cheias despensas, protegidas por suas sólidas muralhas e um imenso manto de silêncio e tristeza.

E foi isso que se sucedeu há muitos, muitos anos, na deserta e vazia cidade de Hamelin, onde, por mais que se procure, nunca se encontra nem um rato, nem uma criança.


Sim, a história é uma recriação de uma lenda germânica do século XIII - ou, talvez, de um relato real, não se sabe - que narra um acontecimento pra lá de estranho em que todas as crianças da cidade de Hamelin desaparecem misteriosamente. Entre as versões para o ocorrido, está a de um serial killer que atacava as crianças daquela região. Se é verdade, não sei.

domingo, 14 de março de 2010

Gauderiadas

Há tempos deixer de me ufanar por seu gaúcho. Percebi que a ideia de que o povo sul riograndense é o mais desenvolvido, mais culto, mais etc e tals do Brasil é tão verdadeira quanto a existência de elefantes cor de rosas com bolinhas laranjas. Mas ao contrário de muitos que tiveram essa percepção, não renego minhas origens. Muito pelo contrário.
E, uma das coisas que aprecio e sempre apreciarei é o regionalismo. Não que ele seja melhor ou pior que os demais. Mas ele foi criado por experiências do dia a dia de homens e mulheres que deram duro para tornar o nosso Estado o que ele é hoje (tanto nas coisas boas quanto nas ruins).
E não me importa se é um tradicionalismo machista ou interiorano ou o diabo. O que importa é a beleza que ele tem. Este post é minha homenagem há alguns dos meus intérpretes e compositores favoritos.

Espero que gostem!

Cesar Passarinho - Guri




Jorge Guedes - Na Baixada do Manduca





Os Serranos - Cambichos




Juliano Javoski e Nenito Sarturi - Um Pìto




Leopoldo Rassier - Veterano




Leopoldo Rassier - Sabe Moço




César Passarinho - Negro da Gaita




Leonardo e Os Serranos - Tertúlia




José Cláudio Machado e Porca Veia - Pêlos




Mário Barbará - Desgarrados




Renato Borghetti e Yamandu Costa - Sétima do Pontal




Leonardo - Vanera Marcada / Céu, Sol, Sul




Os Serranos - Baile da Mariquinha




Os Serranos - Bailanta do Tibúrcio


sábado, 27 de fevereiro de 2010

2010

Como bom brasileiro, meu ano começa na próxima segunda-feira. E, ao que parece será um PUTA ano. Dá até medo de comentar. Mas vou vazando os acontecimentos durante os próximos dez meses, começando por agora:

Finalmente entrei na fila para o transplante de córneas. O prazo de espera está em mais ou menos dois anos, em Porto Alegre. C'est la vie, eu pensei na hora, e fui visitar minha avó, em Caxias do Sul. Lá, descobri que meu primo Nico (filho da irmã da minha avó) teve o mesmo problema que eu há alguns anos e passou pelo transplante nos dois olhos. Investigando mais a fundo, descobri que o tempo de espera para o transplante em Caxias é de seis meses.

Liguei 'a' com 'b' e mês que vem vou consultar com um oftalmo de lá, para ver a possibilidade de agilizar a cirurgia.
De resto, posso adiantar que consegui uma nova orientadora e que o TCC está ATRASADÍSSIMO. Mas isso se dá um jeito.

Mais na sequência e um 2010 foda pra todo mundo!!!
:D

P.s.: Quero ver se posto algo sobre esse meu primo, o Nico (também conhecido como Nico Nico Nico Nico Nicolau hehehe). Ele tem uns quarenta e poucos anos e é portador de Síndrome de Down. É uma figuraça. hahahahaa

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O meu Vô Chico

Passei a manhã recordando do meu falecido bisavô, pai do pai do meu pai. Por nenhuma razão em especial. A imagem do velho Francisco - o Vô Chico - se aprochegou na minha cabeça e ficou. Lembranças das mais variadas percorreram a manhã. Obviamente, não eram aquelas que meu pai e meu avô tinham dele.
Aos oitenta e poucos anos, o velho Chico havia perdido um pouco o ranço e a dureza de homem criado na lida do campo e sem muito tempo para coisas que não fossem relacionadas ao trabalho. Não era, também, mais aquele homem que acreditava que o laço era tão bom para os animais quanto para os filhos. E, apesar de ouvir uma série de histórias, que retomavam a tempos remoto e as vezes desabonavam a imagem dele, Vô Chico sempre fora uma pessoa dócil e carinhosa para com os bisnetos.
Ainda se mantêm bem vivas na minha memória as situações em que ele me colocava no colo e me enchia de histórias sobre como era a vida quando ele era da minha idade. Eu, com meus 6 ou 7 anos, arregalava os olhos para ouvir causos de uma realidade que parecia tão infinitamente distante da minha (agora fico tentando imaginar como seria contar aquela histórias para as crianças de hoje, tão mais diferente está o mundo).
Em outras ocasiões ele me pegava desprevenido e me enchia de cócegas, até que começasse a chorar, de tanto rir. Mas, claro, também tivemos maus momentos. Quando ele inventava de me chamar de Vaguinho, a coisa ENCRESPAVA. Era uma emburração só e ficava corrigindo-o, puto da vida: "é Fa, vô, Fa". E ele passava o resto do dia me chamando de Fa. E foi nessa brincadeira que surgiu meu apelido de infância por parte da família paterna: Fa.
Mas uma coisa que lembro que ele nunca perdeu. Uma daquelas coisas que a gente NUNCA perde, por mais que o tempo passe: o conhecimento que só aqueles que aprenderam muito com a vida e pouco com a escola tem. Todas as vezes que via o meu Vô Chico, recebia uma lição. Não algo professoral, com o intuito de ENSINAR. Ele apenas sentava ao meu lado e me contava, ao pé do fogão a lenha, enquanto comíamos pinhões assados na chapa, como havia se safado das mais diversas situações. A intenção era, muito mais, entreter. Mas tenho certeza que ele sabia que ali, do lado dele, sentado, o Fa estava levando algumas coisas que lhe serviriam de bagagem para o resto da vida.
Há pouco mais de dezessete anos, o destino quis que ele nos deixasse. E, como última homenagem, eu cantei a música favorita dele:
César Passarinho - Guri