terça-feira, 26 de janeiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Sobre sentir falta e algo mais!
Eu ainda me engano com algumas coisas. E tenho ímpetos de fazer bobagens homéricas que só serviriam para me constranger e piorar as coisas. Mas o fato é que sentir saudade dói. E em alguns momentos eu daria qualquer coisa para poder ouvir a voz dela de novo. Para ver seu sorriso mais uma vez. Para me admirar com o bom gosto musical. Para vê-la de vestido - os mais bonitos para um cara apaixonado. Ou simplesmente ficar olhando ela dormir.
Mas não, né? Daqui dois dias completaria um ano que eu passei tentando e tentando e TENTANDO. E imaginando que ela seria a mulher da minha vida e que iríamos morar na Europa juntos (hahahahahahahahaha). E, nesse um ano, aprendi, definitivamente, que gostar de alguém não basta! E, princpalmente, que quanto mais a gente se dedica à outra pessoa, mais ela vai usufruir de ti e menos ela vai te dar em troca.
Então eu sigo aqui. Eu e minha saudade. Até o dia em que ela também decidir me abandonar!
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
El mamut chiquitito
Hahahahaha
Tinha esquecido dessa parada. Acho que assisti umas 9435385452345834857 vezes, hoje. hilário
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
O fim de uma nação - um recomeço ou a iminência do fim do mundo?
Na terça-feira foi possível - mais uma vez - ter a dimensão da destruição que a natureza pode causar. Pode-se justificar o fato da forma que quisermos: ira divina, revolta da natureza, uma tremenda má ventura, não importa. Fato é que, desde a última terça-feira, o Haiti deixou de existir. Pelo menos como o conhecíamos até 12 de janeiro de 2010.
O fim de uma nação sempre é sofrível. Mas, em alguns casos, é, acima de tudo, uma oportunidade para recomeçar. O país centro americano era um dos mais pobres do mundo e, durante sua história, a população local padeceu de todas as mazelas imagináveis, desde a intervenção externa em inúmeras oportunidades até as catástrofes naturais. Os terremotos que assolaram o país foram o desfecho final de algo que já se previa: o fim de uma era, pelo menos para aquela pequena porção de terra no caribe. Há chegado o momento de começar algo novo. Ajuda é o que não falta. A comunidade internacional está, mais uma vez, travestida em seu bom mocismo de ocasião. Celebridades, governos, mercado financeiro, empresas de todos os portes e até pessoas físicas estão prontas para contribuir com este novo início.
Não entrarei nos méritos, afinal, o povo haitiano realmente necessita de todo apoio. Pouco me importa se o Brasil encabeçará a reforma do Haiti para aumentar as chances de obter um assento no Conselho de Segurança da ONU; nem que os bancos liberarão um pouco do capital flutuante (um dinheiro que, na verdade, não existe) para melhorar a credibilidade perdida com a crise mundial. Ou se alguma estrela destinará parte de sua fortuna para que as capas de jornais destaquem seu altruísmo. Essas atitudes são imorais, porém fazem parte do jogo, principalmente quando no meio do tabuleiro há uma tragédia deste porte. Infelizmente as capas de jornais são a principal vitrine - e o principal termômetro - da nossa sociedade.
Mas, mais do que isso, é o momento de revermos nosso papel no mundo. É hora de mudarmos nossas atitudes para com o meio ambiente e, principalmente, para com as pessoas no dia a dia. De entendermos que pequenos atos (como separar o lixo, trocar o carro pelo transporte público ou pela bicicleta, não jogar lixo no chão, evitar o consumo de plástico, tornar rotina o uso de expressões como "obrigado", "por favor", com licença, isso para citar apenas as situações mais simples) podem contribuir para evitar que episódios como este aconteçam. É tempo de tornarmos nossa cidade (e, por consequência, nosso Estado, País e por aí vai) mais habitável.
O papo pode parecer riponga e recheado de hipocrisia puritana, mas não é. Também não tem nada a ver com o ambientalismo de vitrine que discute balelas como o aquecimento global, tão distante nos afetar. Mas se há uma coisa que eu acredito, é que a natureza reflete exatamente o que fazemos com ela. E, antes que consigamos destruí-la, ela fará isso conosco, com certeza. Então é a hora. Ou recomeçamos - junto com o Haiti - ou começamos a nos preparar para o fim do mundo. Ou, pelo menos, como já cantou Michael Stipe, para o fim do mundo como o conhecemos. E que todos se sintam bem!
R.E.M - It's the end of the world as we know it (and I feel fine)
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Felicidade
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
"Às vezes bons momentos eram tudo o que precisávamos"
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Dez anos!
E agora, passados dez anos, me dou conta que realmente estava errado. Porque mesmo longe, mesmo sem contato direto, eu descobri que o que nos faz feliz não tem fim.
Legião Urbana - Marcianos Invadem a Terra
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Próverbios do Inferno - William Blake
Conduz teu carro e teu arado por sobre os ossos dos mortos.
A estrada do excesso leva ao palácio da sabedoria.
A Prudência é uma solteirona rica e feia, cortejada pela Impotência.
Quem deseja, mas não age, gera a pestilência.
O verme partido perdoa ao arado.
Mergulha no rio quem gosta de água.
O tolo não vê a mesma árvore que o sábio.
Aquele, cujo rosto não se ilumina, jamais há de ser uma estrela.
A Eternidade anda apaixonada pelas produções do tempo.
A abelha atarefada não tem tempo para tristezas.
As horas de loucura são medidas pelo relógio; mas nenhum relógio mede as de sabedoria.
Os alimentos sadios não são apanhados com armadilhas ou redes.
Torna do número, do peso e da medida em ano de escassez.
Nenhum pássaro se eleva muito, se se eleva com as próprias asas.
Um cadáver não vinga as injúrias.
O ato mais sublime é colocar outro diante de ti.
Se o louco persistisse em sua loucura, acabaria se tornando Sábio.
A loucura é o manto da velhacaria.
O manto do orgulho é a vergonha.
As Prisões se constróem com as pedras da Lei, os Bordéis, com os tijolos da Religião.
O orgulho do pavão é a glória de Deus.
A luxúria do bode é a glória de Deus.
A fúria do leão é a sabedoria de Deus.
A nudez da mulher é a obra de Deus.
O excesso de tristeza ri; o excesso de alegria chora.
O rugir de leões, o uivar dos lobos, o furor do mar tempestuoso e da espada destruidora são fragmentos de eternidade grandes demais para os olhos humanos.
A raposa condena a armadilha, não a si própria.
Os júbilos fecundam. As tristezas geram.
Que o homem use a pele do leão; a mulher a lã da ovelha.
O pássaro, um ninho; a aranha, uma teia; o homem, a amizade.
O sorridente tolo egoísta e o melancólico tolo carrancudo serão ambos julgados sábios para que sejam flagelos.
O que hoje se prova, outrora era apenas imaginado.
A ratazana, o camundongo, a raposa, o coelho olham as raízes; o leão, o tigre, o cavalo, o elefante olham os frutos.
A cisterna contém; a fonte derrama.
Um só pensamento preenche a imensidão.
Dizei sempre o que pensas, e o homem torpe te evitará.
Tudo o que se pode acreditar já é uma imagem da verdade.
A águia nunca perdeu tanto o seu tempo como quando resolveu aprender com a gralha.
A raposa provê para si, mas Deus provê para o leão.
De manhã, pensa; ao meio-dia, age; no entardecer, come; de noite, dorme.
Quem permitiu que dele te aproveitasses, esse te conhece.
Assim como o arado vai atrás de palavras, assim Deus recompensa orações.
Os tigres da ira são mais sábios que os cavalos da educação.
Da água estagnada espera veneno.
Nunca se sabe o que é suficiente até que se saiba o que é mais que suficiente.
Ouve a reprovação do tolo! É um elogio soberano!
Os olhos, de fogo; as narinas, de ar; a boca, de água; a barba, de terra.
O fraco na coragem é forte na esperteza.
A macieira jamais pergunta à faia como crescer; nem o leão, ao cavalo, como apanhar sua presa.
Ao receber, o solo grato produz abundante colheita.
Se os outros não fossem tolos, nós teríamos que ser.
A essência do doce prazer jamais pode ser maculada.
Ao veres uma Águia, vês uma parcela da Genialidade. Levanta a cabeça!
Assim como a lagarta escolhe as mais belas folhas para deitar seus ovos, assim o sacerdote lança sua maldição sobre as alegrias mais belas.
Criar uma florzinha é o labor de séculos.
A maldição aperta. A benção afrouxa.
O melhor vinho é o mais velho; a melhor água, a mais nova.
Orações não aram! Louvores não colhem! Júbilos não riem! Tristezas não choram!
A cabeça, o Sublime; o coração, o Sentimento; os genitais, a Beleza; as mãos e os pés, a Proporção.
Como o ar para o pássaro ou o mar para o peixe, assim é o desprezo para o desprezível.
A gralha gostaria que tudo fosse preto; a coruja, que tudo fosse branco.
A Exuberância é a Beleza.
Se o leão fosse aconselhado pela raposa, seria ardiloso.
O Progresso constrói estradas retas; mas as estradas tortuosas, sem o Progresso, são estradas da Genialidade.
Melhor matar uma criança no berço do que acalentar desejos insatisfeitos.
Onde o homem não está a natureza é estéril.
A verdade nunca pode ser dita de modo a ser compreendida sem ser acreditada.
É suficiente! ou Basta."
Boa literatura para alguém que sente apenas nojo!
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Momento "Humbertão é foda"
Vícios de Linguagem
Às Vezes Nunca
Simples de Coração
3 x 4
Piano Bar
Precisa explicar por que ele é foda?