domingo, 12 de agosto de 2007

saudade

saudades da infância. de brincar de esconde, de pegar. de estudar enquanto os outros meninos jogavam futebol. de jogar xadrez enquanto os outros meninos jogavam futebol. de jogar vídeo-game enquanto os outros meninos jogavam futebol. dos meus primeiros anos, em que me sentia tão diferente dos outros.
cansei dos dias atuais. de ser quem eu sou. de ter mudado tanto. de continuar vivendo o que vivo hoje. cansei dos abusos e excessos que cometo. das situações desagradáveis e preocupantes que eles trazem. quero minha infância de volta. e jogar xadrez e vídeo-game. e estudar. e brincar de esconder e de pegar. e quero minha avó também.... =(

os matadores

título idiota para um post idiota. mas sobre uma banda muito afudê, embora descoberta com relativa demora. the killers, liderada pelo às vezes bigodudo, às vezes não bigodudo, mas sempre carismático, dançarino e barrraqueiro vocalista Brandon Flowers, foi a grande descoberta de 2007. com dois discos matadores - Hot Fuss, de 2004 e Sam's Town, do ano passado - o grupo demonstra que é possível fazer indie rock de qualidade sem entrar na modinha strokes. músicas potentes e afinadas, falando sobre mortes, sexo, drogas e até mesmo vítimas de AIDS que freqüentavam o tão famoso Studio 54. os matadores conseguiram mais do que fazer um disco inteiramente bom. eles fizeram DOIS discos inteiramente bons. pretendo, ainda essa semana tirar a barba e deixar só o bigodinho, em homenagem a Mr. Brandon brightside Flowes.
hahahahahaahaha

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Amanhã farão exatamente DOIS MESES...
dois meses do último show dos hermanos, antes do recesso...
coisa linda.... com cara de até logo...
e hoje, exatos 60 dias depois (porque os meses nem sempre tem 30 dias =p), eu os ouvi novamente. com força... várias músicas seguidas...
e um filme se passou na minha cabeça...
coisas aconteceram...
boas e ruins...
e eles, foram trilha sonora de boa parte dos acontecimentos... a
gora, 8 anos depois de ter escutado "primavera" pela primeira vez, num cd encartado na extinta showbizz, eu vejo que sou um cara mais FELIZ...
talvez com mais carga (de acontecimentos bons e ruins)...
mas a vida é feita de EXPERIÊNCIAS...
e, nesses 8 anos, eu sempre preferi o amarante ao camelo...
e nem ligo que ele copie a minha barba ruiva...
afinal, eu copiei do rivers cuomo...
sempre, em todos os momentos, eu preferi ele...
mas hoje, EXATAMENTE hoje, oito anos e quatro discos depois, no dia 8 de agosto de 2007, eu prefiro o camelo... e aí está a música que me fez decidir isso...
mas, como já disse e repeti e vou dizer de novo: SÓ HOJE
amanhã, ninguém sabe.
Pois é
Pois é, não deu
Deixa assim como está sereno
Pois é de Deus
Tudo aquilo que não se pode ver
E ao amanhã a gente não diz
E ao coração que teima em bater
Avisa que é de se entregar o viver
Pois é, até
Onde o destino não previu
Sei mas atrás vou até onde eu consegui
Deixa o amanhã e a gente sorri
Que o coração já quer descansar
Clareia minha vida, amor, no olhar

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

um completo bundão

e todo mundo sabe disso... e concorda...
devo algumas desculpas pelo final de semana...
penso num presente, talvez...
só não sei como entregar.... hohohohoho
coisas ESTRANHAS acontecendo...
;p

ah, sim... além de presentear, queria agradecer....
minha vontade de ESCREVER voltou.
mas, mesmo assim...
que morra o JORNALISMO...
e toda a comunicação social...
to the hell, bee!

terça-feira, 31 de julho de 2007

ambivalência

nem tudo passa... nem tudo fica... nem tudo é.... e nem tudo deixa de ser... mas tudo acontece... tem seu tempo... e na ambivalência fim/não-fim, o que sobra é o que deve sobrar... e nada mais... dos momentos, se extirpa o ruim... e se guarda o bom... mas isso, só o tempo prova... o senhor dos senhores... o tempo... mais poderoso que qualquer império, que qualquer exército, que qualquer governante, que qualquer fenômeno... tudo em tempo e ao seu tempo... o que foi, foi... o que será, será... o que importa é o que ACONTECE AGORA.... o resto é TEMPO, somente TEMPO...

terça-feira, 24 de julho de 2007

...

Às vezes eu entendo porque ex-colegas de faculdade, depois de pouco tempo trabalhando na profissão de jornalista, desistem do ofício. A forma como a mídia explora as notícias, em alguns casos, extrapola os limites do bom senso. Vide o acidente com o vôo 3054, da TAM, há uma semana atrás. Até hoje as mesmas notícias são REPETIDAS exaustivamente pelas redes de comunicação (o número de mortos, as causas prováveis, o destino das caixas pretas, o perfil das pessoas que estavam no avião, etc., etc., etc.), tirando a paciência do público e desrespeitando as famílias que perderam seus queridos. Casos como esses me fazem repensar a escolha do meu curso de formação e a profissão na qual eu quero seguir. Mas isso é apenas uma DIVAGAÇÃO. Talvez no futuro consigamos mudar as coisas. Vai ser difícil, eu sei. Mas é para isso que estamos aí. É por isso que escolhemos o jornalismo. Porque somos, na maioria, idealistas. Idealistas que perdem o ideal, é verdade, mas que sempre guardarão uma parte dentro de si. E que poderão usá-lo algum dia em benefício à nação. E, que se foda esse papinho meloso. Que se foda o jornalismo também. Pelo menos por hoje.

quarta-feira, 20 de junho de 2007

sobre ditadura, julgamentos e coisas afins

É engraçado (no sentido de interessante) perceber como SEMPRE existem posições divergentes sobre um assunto. Até para temas considerados 'pontos pacíficos', como por exemplo, a aversão ao Nazismo, há aqueles que tiram essa 'pacividade'. Ontem, me encontrava em uma roda de senhores, todos com seus 50 anos no mínimo e, entre um copo de vinho e outro, veio à baila, como sempre acontece, a 'política'. Falava-se de corrupção, de roubalheira, de impunidade, de todas essas coisas que todos adoram dar palpite, por menos informados que sejam. Até que um desses senhores decidiu manifestar seu descontentamento para com a democracia, argumentando que 'bons tempos mesmo eram os da ditadura militar, onde ladrão ia para a cadeia'. Fiquei um tanto quanto impressionado com uma defesa tão simplista e equivocada. Mas eu, na insignificância dos meus 24 anos de inexperiência, respeitei-o e fiquei apenas pensando: ¿em que cadeia ou túmulo estão aqueles que autorizaram a construção das 'obras faraônicas¿, como a Transamazônica? Como foram punidos aqueles que torturaram e mataram que era contra o regime? O que aconteceu com os mandatários que cercearam o direito de voto de pelo menos 18 milhões de brasileiros, que censurou a imprensa e o povo? E, no campo econômico, onde estão aqueles que elevaram nossa dívida externas as alturas? Na CADEIA, que é o lugar de bandido. Infelizmente não!' Bom, esses foram alguns dos meus pensamentos. Eu apenas não os externei por respeito a idade do sujeito e porque eu apenas LI sobre o assunto, ele VIVEU. Então talvez ele tenha mais direito que eu para falar sobre isso. Mas fica a dica para que as pessoas procurem viver as coisas. E aquilo que não foi vivido por elas, que não seja julgado sem se ter noção concreta do TODO. Porque é muito fácil acusar um ponto de vista e defender a outro com base em arbitrariedades, sem conhecimento. Assim é muito fácil. Mas, se depois de conhecer vários pontos de vista diferentes e analisá-los, alguém achar que tem o direito de opinar, que o faça, com a consciência tranqüila!
=)

terça-feira, 19 de junho de 2007

Tristes dos que procuram FORA de si respostas, porque lá só há espera*

espanta-me ver como as pessoas mudam, como elas se se tornam COMPLETAMENTE diferentes em espaços de tempo tão curtos. não é incomum eu ficar algumas semanas ou meses sem ver alguém e perceber que esse alguém se tornou OUTRA PESSOA. não que isso seja bom ou ruim. mas, para mim, é ESTRANHO. é difícil ver que nossos queridos, no qual foram compartilhados tantos momentos, não são mais os mesmos. mas isso nem é o pior. mais complicado é conseguir entender que mesmo assim elas merecem o mesmo carinho que lhes era concedido. afinal, as vezes as mudanças são tão GRANDES, que eu me sinto perdido. talvez porque eu sempre tente manter uma distância RAZOÁVEL de todo mundo, para não me envolver muito. e, assim, enganar a mim mesmo que EU NÃO MUDEI. porque eu vejo que as transformações acontecem por influências externas: amigos, família, colegas. e eu não quero me responsabilizar por isso. como no pequeno príncipe és eternamente responsável pelo que cativas ou algo do tipo. assim, além de me eximir da responsabilidade pelos outros (o que também pode ser chamado de MEDO de se envolver) eu posso ter certeza que as MINHAS mudanças são fruto de mim mesmo, sem grandes interferências externas. Transformar-me e ter responsabilidade por mim já é o suficiente.
* paráfrase a música da banda hamburguense Blanched chamada tristes dos que procuram dentro de si respostas por que lá só há espera

quinta-feira, 21 de setembro de 2006

Sobre distância e saudade

Poderia escrever um tratado sobre distância e saudade. Atualmente eu sei bem o que elas significam. Mais do que qualquer das outras vezes. As distâncias anteriores eram totalmente diferente. As saudades também. Ou elas eram razoavelmente transponíveis ou eram impossíveis de serem saciadas. Agora encontro-me no limbo. Um meio-caminho (far away, so close). Mas pior que a distância, ainda é a saudade. Embora as duas sejam relacionadas, a saudade é aquela que corrói por dentro, que nos deixa uma pontinha de angustia a cada momento. Bom, aprende-se a conviver. E a tentar minimizar. Tanto a saudade quanto a distância. Até o dia do reencontro.
cada dia a mais é um a menos.

segunda-feira, 19 de junho de 2006

toma nas PREGAS

\o/

tinha até esquecido que isso existia..

(fii)

enfim, enfim, enfim... pessoas, pessoas, pessoas....

eu enchi as guampas nesse fds...

\o\/o/

acho que tou precisando de alguém pra MANDAR em mim...

hohohohohohohohoho

=D